Adeus, Lô Borges
Mais um dia que se vai sem a presença definitiva de um artista que nasceu para ficar eternamente entre nós.
Não costumava ouvir sempre as suas canções, mas elas estão comigo, no meu subconsciente, na minha memória, no meu coração...
Mais um dia que se vai e não voltará jamais com a presença de um cara que com sua personalidade marcante, humildade, simplicidade, camarada fiel e um amigo eterno deixou de existir fisicamente, mas que, espiritualmente, com certeza, abriu suas asas e subiu aos céus para um lugar de sons, cores, lealdade, amor, aventura incontida e muitos versos soltos que ficaram no imaginário popular e hoje estão soltos como aquele que os criou, juntamente com acordes que os Anjos explicam.
Ele não fez músicas... Ele recebeu músicas como seu dom congênito. Era um dom divino, visceral e genuíno.
"Mensageiro natural de coisas naturais"...
Adeus, Lô Borges! Um dia, quem sabe, eu possa te conhecer espiritualmente, desde que Deus me permita visitar o planeta mais alto que você habitará e, assim, o universo aumentará e se agigantará, pois a terra diminuiu sem você.
Adeus, irmão.
Meg Klopper
04/11/2025